CEZAR TRIDAPALLI

Cezar Tridapalli

É formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, especialista em Leitura de Múltiplas Linguagens pela PUCPR e mestre em Estudos Literários, novamente pela UFPR. Escritor, é autor dos romances Pequena biografia de desejos (2011, editora 7Letras) e O beijo de Schiller (2014, editora Arte&Letra), vencedor do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atualmente, finaliza seu terceiro romance, Vertigem do chão.

Assista aqui ao booktrailer do romance O beijo de Schiller:

E de Pequena biografia de desejos:

Além de participar de eventos literários compartilhando suas experiências como leitor, professor e escritor, sozinho ou compartilhando mesas e debates com outros escritores, o autor profere palestras sobre leitura, leitura na escola, e sobre o ofício do escritor de romances, onde se utiliza de material ilustrativo para expor o processo de composição de um livro. O escritor ministra ainda oficinas de escrita literária e de formação de leitores, confira:

 

CRIAÇÃO LITERÁRIA: A PALAVRA QUE NOS VESTE

Se o fotógrafo médio faz um ensaio pouco original diante da paisagem mais exuberante, o fotógrafo-artista é capaz de nuances insuspeitadas em ambientes prosaicos. E com a palavra? O processo de criação literária passa pela tentativa de renovar o olhar para o cotidiano tantas vezes desgastado. A literatura ressignifica o mundo que ela mesma interpreta, narra, descreve, escreve. Na oficina, vemos como situações semelhantes podem receber olhares diferentes, menos ou mais ricos, conforme o uso que se faz da palavra. Autores importantes marcam presença com seus processos de escrita e o resultado de seu trabalho. E, claro, convidamos os alunos-escritores a também testar a originalidade de seus pontos de vista.

 

A oficina já foi ministrada em diversos formatos e lugares do Brasil. Pode ser feita com 4, 8, 12, 20 ou 30 horas de duração, aprofundando menos ou mais conforme o tempo disponível.

 

LITERATURA INFANTIL: OLHAR DESPIDO, OLHAR VESTIDO

– É muito simples escrever para crianças!

– O problema é que não é fácil ser simples. É tão diferente de ser raso, de falar qualquer coisa, de achar que basta colocar diminutivos no final das palavrinhas que está feita a literatura infantil.

Você, ser adulto e de linguagem, como descreveria o mundo se o visse pela primeira vez? Como você, com palavras, é capaz de recriar esse mundo e torná-lo diferente dos clichês que o consagram? Me diz uma coisa: é fácil despir o olhar? E vestir? E revestir de camadas inusuais?

Na oficina Olhar despido, olhar vestido, vamos entender juntos o que torna a literatura infantil digna de ser chamada de literatura, capaz de fascinar aquelas tais crianças de 0 a 100 anos. Vamos ver como alguns fazem? Vamos tentar fazer?

 

Carga horária: 2 a 4 horas.

Público-alvo: Professores, agentes de leitura, bibliotecários.