CHORO DE BOLSO

Choro de Bolso

Débora e Canduta se conheceram muitos anos atrás, mas somente em 1998 dividiram palco pela primeira vez. Desde então, porém, não se separaram mais. Tocaram em parceria experimentando diferentes formações (trio, quarteto, septeto), até que em 2004 foram convidados, como duo de violão e flauta, a se apresentarem na calçada da Realejo, livraria de rua localizada em Santos. Foi nessa ocasião que nasceu o Choro de Bolso, em referência aos pocket books típicos das livrarias e ao disco Pixinguinha de Bolso, de Marcelo Gonçalves e Henrique Cazes. Em seus 13 anos de carreira, o Choro de Bolso circulou por diversas cidades e estados brasileiros, e já dividiu palco com inúmeros artistas, entre os quais o conjunto de Isaías e seus Chorões. Gravou Os choros, sambas e canções que a gente mesmo faz (2015) e Entidade (2015), com participações de André Mehmari, Duo Siqueira Lima, Aleh Ferreira, dentre outros grandes nomes. Além do refinado repertório que agruparam ao longo destes mais de dez anos, o Choro de Bolso se caracteriza pela excelência na execução, pela expressão, pelo entrosamento impecável. Choros, valsas, polcas, maxixes, ao ouvir o duo estamos ouvindo o Brasil, apresentado com virtuosismo e emoção através da boa música.

DÉBORA GOZZOLI

Choro de Bolso

Estudou flauta com os professores Marcos Martins, José Simonian e Marco Cancello. Participou do Regional Varanda, grupo de choro muito conhecido na Baixada Santista. Fez parte da Orquestra UNISANTOS. Atualmente, além de ser a flautista do duo Choro de Bolso, atua nos seguintes grupos: Trio Choratta, música erudita, choro e composições próprias; e Quarteto Almanaque, música erudita, popular e composições próprias. Participou da gravação do CD Trem pra Ribeirão de Alexandre Birquett, e do CD Música, ouvidos e flores de Moacyr Camargo. Já se apresentou em dezenas de cidades Brasil afora. Concilia a carreira artística com as aulas de flauta transversal e iniciação musical que ministra.

MARCOS CANDUTA

Choro de Bolso

Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, além de ter cursado o treinamento para professores de música no CLAM, escola mantida pelo Zimbo Trio, onde atuou como professor de 1984 a 1988. Participou dos projetos Funarte, no Rio de Janeiro e Adoniram Barbosa em São Paulo. Foi premiado no 10º FESTA, Festival do Teatro Amador de Santos, pela trilha sonora da peça Florcaktos. Participou como músico dos CDs da Big Band Cia Instrumental, e como músico e arranjador dos CDs Do Brasil ao Azul e Música, ouvidos e flores do compositor Moacyr Camargo, e do CD da cantora argentina Mariana Avena. Além do Choro de Bolso, integra o Trio Choratta e o Quarteto Almanaque. Já se apresentou em dezenas de cidades Brasil afora. Concilia a carreira artística com as composições, os arranjos e as aulas de violão que ministra.

GAROTO TOM

Tom Jobim era admirador confesso de Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto. Há conhecimento de apenas uma apresentação dos dois, num mesmo palco, num evento da gravadora Continental, mas Tom em entrevista, disse que gravou muito com Garoto ao violão. Os dois são pilares importantíssimos na construção da música popular brasileira. Tom, nosso grande maestro, um dos compositores mais executados e cultuados em todo o mundo, e Garoto, o violonista que influenciou todos os violonistas que surgiram após. De Baden até Yamandú, é possível perceber essa herança. Kleber Serrado e Choro de Bolso apresentam o projeto Garoto Tom, onde mostram grandes peças de Tom, ao lado de uma faceta menos conhecida de Garoto, a de compositor de canções, algumas absolutamente geniais, muitas inéditas, sem gravação comercial, outras sem gravação a mais de 50 anos.