CIA. CONTACAUSOS

Cia Contacausos

Contar histórias, compartilhar a sabedoria popular, e dar voz à cultura oral do Brasil são objetivos da Cia ContaCausos, que se propõe a pesquisar, registrar e difundir a arte da narrativa oral, através da produção e apresentações de espetáculos de narração de histórias. Desde sua criação (2010), a Cia CONTACAUSOS tem se apresentado em escolas, centros comunitários, universidades, feiras de livros, bibliotecas, maratonas de contos, festivais, programações e projetos do Sesc e Sesi em diversos Estados Brasileiros. A companhia já se apresentou em diversos municípios pelos Estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Maranhão e Pará. Teve seu trabalho reconhecido e premiado em ações do Ministério da Cultura, como a Classificação no Prêmio Economia Criativa 2012, a seleção no edital Bolsa de Circulação Literária 2012 da Biblioteca Nacional/Funarte com o projeto “Um Punhado de Histórias – Circulação do espetáculo Esticando as Canelas”, e a indicação estadual e finalista ao Prêmio Rodrigo Melo Franco 2013 do IPHAN. Confira as sinopses dos principais espetáculos da companhia:

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MARACÁ

Era uma vez uma menina e um pé de cabaça. A cabaça era encantada: Virava casa de passarinho, cuia de chimarrão, instrumento musical, berimbal, maracá, esconderijo e belo embornal. Maracá é a voz que canta dentro da cabaça e através das histórias a mistura que é o povo brasileiro. O Encanto de toda cabaça é vontade de explodir e espalhar o seu canto por aí.

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VISAGEM

As experiências, causos, relatos, crenças, modos de vida e linguagem compilados através de pesquisa e entrevistas com moradores, ganham vozes e imagens no espetáculo, que de maneira poética, procura difundir e estimular o reconhecimento das expressões da cultura popular/oral cabocla do sul do Brasil.

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ESTICANDO AS CANELAS – CONTOS PARA ENGANAR A MORTE

Era Uma Vez… A morte! “Esticando as Canelas” é um espetáculo de contação de histórias que nos apresenta contos populares da tradição oral brasileira que falam sobre a hora de esticar as canelas, abotoar o paletó, entregar a rapadura e bater as botas… Os contos selecionados envolvem de forma descontraída o universo simbólico e as representações populares construídas em torno da morte. Cheias de humor e astúcia, essas narrativas ganham vozes com a contadora de histórias Josiane Geroldi que nos apresenta personagens da cultura popular que para escapar e enganar a “temida famigerada” dão um show de esperteza e criatividade, revelando, assim, um estimável amor à vida.

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FOI COISA DE SACI

SACI é coisa que gente da cidade nega, diz que não tem, mas tem! “Acontece que ele é filho do mistério, filho do vento que gira e assobia, filho das sombras que formam figuras lá no fundo da floresta, filho do medo e da assombração”. Numa casa de caboclo, quando alguma coisa estranha acontece, as pessoas dizem que FOI COISA DE SACI! O espetáculo faz um passeio pelas causos da nossa gente brasileira que jura que viu, ouviu e até já prendeu o SACI na garrafa.

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IMAGINA SÓ

Dona Jô e Nhô Paulo esperam o público sentados num terreiro de casa na roça. Desfiam um novelo de causos, um arremedando o outro. Contam sobre o baile dos capetas graduados, o primeiro saci que despencou na terra, as roupas desventindo as gentes na casa de dona Bastiana, como a família do Chico Santos virou o bando de passarinho Tangará, e mais um bocado de assunto. Os causos vem entremeados por canções e ponteados de viola. Imagina Só é um convite para fechar os olhos e se sentir no voo dos papagaios, desde as Veredas do Urucuia inté as barrancas do Rio Uruguai.

*Com Paulo Freire na viola.

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PURA VIDA

Ofereço-lhes estas histórias para que possam lembrar o quão sábias, místicas, perspicazes, líricas e valentes foram as mulheres do passado. Para lembrar o quão nós mesmas somos e para antecipar o quão as próximas serão. PURAVIDA é um passeio pelo fio da ancestralidade feminina. Tecemos juntas, então, o cordão imaginário das narrativas que nos contam, nos inspiram e são bálsamos fortificantes no caminho presente!

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TEM COROA, MAS NÃO É REI

“Toda adivinha é uma metáfora da vida, é o início da poesia, nossa primeira  brincadeira com as palavras…” O espetáculo é um passeio pelos contos populares de adivinhação e pela cultura do nosso povo, sua rica sabedoria, seus modos de dizer e viver a vida.

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NEM TE CONTO – MUITO CAPETA

“Essa é uma história que vira e mexe ainda acontece… e é só ter um baile desses à moda antiga e uma moça sem dançar”. O espetáculo é um reconto de várias narrativas da literatura oral que envolvem personagens muito conhecidos da cultura popular brasileira: uma moça “dançadeira”, o “diabo louro” e a “sogra” que prende o danado na garrafa. O espetáculo faz uma junção das diferentes versões, mesclando elementos da superstição popular e do folclore regional e nacional.