GABRIEL SELVAGE

Gabriel Selvage

Músico, arranjador, compositor e produtor musical gaúcho, iniciou seus estudos ainda na adolescência com seu mestre Lúcio Yanel, e desde muito jovem obteve reconhecimento e visibilidade no meio artístico regional gaúcho. Já levou sua música para vários países no exterior como: Argentina, Uruguai, Paraguai, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e China. Em parceria com a cantora Alana Moraes, lança “Amor & Som” em 2012. É indicado a melhor instrumentista regional no Prêmio Açorianos de Música de 2015. O primeiro trabalho solo vem em 2016, “Flor y Truco – Gabriel Selvage interpreta obras de Lucio Yonel”, que contempla um DVD, um CD gravado ao vivo e um songbook com partituras. Em 2017 lança o álbum “Balaio de Sons”, duo com o acordeonista Luciano Maia, e em 2018 o “Alma de Interior”, com o violonista Rafael Schimidt. Atualmente vive no Rio de Janeiro, onde prepara seu segundo álbum solo. Conheça alguns dos projetos disponíveis para apresentação:

SHOW SOLO

Nascido e criado dentro da música regional gaúcha e latino-americana, Gabriel Selvage, uma das revelações do violão brasileiro, garante um show com números de grande virtuosismo e emoção, trazendo ao público as mais diversas manifestações culturais e o sentimento interiorano da “música da terra”. Gabriel Selvage acredita na verdade, na devoção e na entrega a cada música executada.

BALAIO DE SONS

A ideia de Luciano Maia e Gabriel Selvage era unir em um álbum algumas de suas influências e, com seus instrumentos, acordeon e violão de 7 cordas, colocar em um só lugar suas vivências e experiências, como num balaio, um balaio de sons. Os dois músicos e compositores gaúchos projetaram esse trabalho a partir das afinidades descobertas em rodas de chimarrão e música e em encontros espontâneos de onde brotou a vontade do álbum gravado ao vivo em Porto Alegre. De mesmo nome, o disco foi lançado em 2017. No repertório, além de composições autorais eles apresentam “Nilopolitano” de Dominguinhos, “Dayanna” de Alessandro Penezzi, “Porá Demas” de Lucio Yanel e o clássico “Eu não existo sem você” de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. A grande surpresa do show fica por conta da música composta por ambos instrumentistas no momento da gravação batizada de “Improviso Milongueiro”.

FLOR Y TRUCO

Gabriel Selvage lança seu trabalho de estreia com uma releitura da obra de seu mestre, Lucio Yanel. Para ele, Lucio está para a música regional gaúcha e latino americana como Garoto, Baden e tanto outros estão para a música brasileira, ou Paco para a música flamenca, ou ainda Django está para o jazz manouche. “Muito mais que uma homenagem a esse gênio, é um agradecimento por toda a contribuição que ele deu, não só a mim, mas a toda música regional gaúcha e todos os violonistas que surgiram depois dele. Para mim, ele é, sem sombra de dúvidas, o grande “divisor de águas” do violão gaúcho”, diz Gabriel.

ALMA DE INTERIOR

Alma de Interior é o nome do encontro entre Gabriel Selvage (violão 7 cordas) e Rafael Schimidt (violão 6 cordas), dois interioranos: um do interior do Rio Grande do Sul e o outro do interior de São Paulo. Dois violonistas que, mesmo criados distantes, possuem uma trajetória e uma verdade muito próxima. A conexão musical entre os dois foi muito forte desde o dia em que se conheceram. Rafael um apreciador do chamamé e Gabriel um apreciador do choro. A admiração foi recíproca e a vontade de tocar juntos também. O projeto se baseia especialmente na verdade e no sentimento interiorano que cada um carrega consigo. O encontro dos músicos foi materializado em um disco que leva o nome do projeto. Com um repertório formado por composições autorais, o trabalho mostra o lado compositor dos dois instrumentistas.

GABRIEL SELVAGE TRIO

Gabriel Selvage (violão 7 cordas) convida os grandes Michael Pipoquinha (baixo 6 cordas) e Kabé Pinheiro (percuteria) para juntarem suas experiências e influências musicais dentro de um “caldeirão” sonoro onde a “conversa” e a troca de energias é o fator predominante e o “cordão umbilical” da identidade do trio. Com uma caraterística que une o regional brasileiro e latino americano ao jazz contemporâneo, cria-se um identidade moderna sem perder o “berço” musical de cada um. Chamamé, milonga, candombe, baião, choro, samba, são alguns ritmos e linguagens que o trio circula com arranjos modernos e espontâneos, priorizando sempre o feeling, o momento e o que a música pede perante ao que estão sentindo. O repertório, na sua maioria autoral, é muito visceral, levando ao público um show enérgico e recheado de grandes surpresas.